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Dia 22 de abril é dia da Terra. Dia de reafirmarmos nosso compromisso com o futuro do planeta. O Brasil é um dos países com maior patrimônio ambiental do mundo. A diversidade socioambiental do país constitui um passaporte para nosso futuro, e não podemos deixar que essa riqueza seja destruída pela irresponsabilidade do atual governo. Desde que assumiu o Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Salles trabalha para inviabilizar qualquer estratégia de proteção, conservação e desenvolvimento sustentável na Amazônia. Ele destruiu todos os espaços de participação e controle social do MMA, descaracterizando um dos fundamentos da política ambiental do Brasil. Paralisou o Fundo Amazônia, inviabilizando o principal mecanismo de apoio a projetos sustentáveis na região, e criou embaraço com os doadores ao mentir para a imprensa que estava em negociações de retomada do Fundo quando nunca atendeu aos requisitos da cooperação para tal. Em vários momentos tentou criminalizar a atuação de organizações da sociedade civil e movimentos sociais sem provas. Junto com Bolsonaro foi responsável por incitar os setores que atuam na ilegalidade e estimular o desmatamento e as queimadas. Anunciou (há exatos 1 ano) que aproveitaria a pandemia para promover desregulações em sua área, no que ele mesmo chamou de “passar a boiada”. Salles persegue seus críticos com interpelações judiciais por críticas publicadas na imprensa. Pretende extinguir o Instituto Chico Mendes e já extinguiu o Plano de Prevenção e Controle dos Desmatamentos da Amazônia (PPCDAm). Persegue servidores e instituiu censura prévia para publicações das pesquisas dos analistas ambientais Se manifestou publicamente contra a maior apreensão de madeira feita pela Polícia Federal na Amazônia. Criou travas burocráticas - como as audiências de conciliação - que na prática impedem o avanço da penalização pelos crimes ambientais. Por tudo isso, está mais do que na hora de exigir #ForaSalles #mudarparapreservar #342amazônia
Treze gigantes da nossa Cultura Brasileira homenageados pela Cidade! Que meu passeio sirva de incentivo para que revisitem essa gente TÃO importante de um Brasil tão rico, criativo, sensível, potente, alegre, sofrido, inteligente e profundo. *Cazuza Um dos nossos maiores poetas musicais 1958 - 1990 (Estátua de Christina Motta) *Tom Jobim Maestro soberano. O maior compositor da MPB 1927 - 1994 (Estátua de Christina Motta) *Dorival Caymmi Compositor poeta baiano 1914 - 2008 (Estátua de Otto Dumovich) *Carlos Drummond de Andrade Enorme poeta do século 20 1902 - 1987 (Estátua de Leo Santana) *Clarice Lispector Enorme escritora “pernambucana” do século 20 1920 - 1977 (Estátua de Edgar Duvivier) *Ary Barroso Compositor de sambas como “Aquarela...” 1903 - 1964 (Estátua de Leo Santana) *Nelson Rodrigues Nosso maior dramaturgo 1912 - 1980 (Estátua de Edgar Duvivier) *Braguinha Mais de 400 canções inesquecíveis 1907 - 2006 (Estátua de Otto Dumovich) *Pixinguinha Dos maiores compositores brasileiros 1897 - 1973 (Estátua de Otto Dumovich) *Mercedes Baptista Criou o Balé Afro-brasileiro. 1ª bailarina negra do Theatro Municipal 1921 - 2014 (Estátua de Marcio Pitanguy) *Tim Maia Rei do soul na MPB 1942 - 1998 (Estátua de Christina Motta) *Ismael Silva Precursor das Escolas de Samba 1905 - 1978 (Estátua de Otto Dumovich) *Chacrinha Apresentador ícone de nossa TV 1917 - 1988 (Estátua de Ique Woitschach) Fotos @flaviojkac Música “Assanhado” de Jacob do Bandolim