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Conheça o projeto que ajuda refugiados a Revalidar seus diploma A Compassiva é uma organização social que atende crianças, adolescentes, mulheres e refugiados em situação de vulnerabilidade na cidade de São Paulo. Com sede no centro da capital paulistana ela oferece diversos cursos e atividades socioeducativas, envolvendo esportes, artes e cultura. Entre as várias ações realizadas por eles (todas elas brilhantes!), hoje queremos falar do projeto de Revalidação de Diplomas de refugiados que tem o poder de transformar a vida de milhares de pessoas de maneira efetiva. ⠀ O projeto de Revalidação de Diplomas do programa LAR (Levando Ajuda ao Refugiado) surgiu em 2016 e é fruto da parceria da Associação Compassiva e o ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados). Contando com o trabalho de pessoas altamente capacitadas a organização cuida de todo processo para que o candidato recupere seu direito de exercer sua profissão. Desde reunir toda a documentação necessária, arcar com os custos de taxa de revalidação de diploma e fazer a tradução juramentada de documentos, analisando suas grades curriculares junto as universidades públicas do Brasil, a fim de encontrar a mais compatível à aplicação, acompanhando o processo e interpondo recursos, quando necessário. É importante que cada vez mais pessoas conheçam este trabalho e, quem puder, contribua com uma doação. Qualquer quantia é válida. Cada um de nós pode fazer parte desta iniciativa que tem o poder de transformar vidas propiciando mais dignidade a pessoas que buscam apenas uma oportunidade para recomeçar e viver em paz. #redegugudeboasnoticias #compassiva @compassivabr @carolselles ⠀
Robin Mach, 46, professora de uma pré-escola no Missouri, Estados Unidos, se sensibilizou com o caso de uma aluna de 5 anos e teve uma atitude que merece ser contada e passada adiante. ⠀ Desde seu nascimento Kayleigh Kulage, de 5 anos, enfrenta diversos problemas de saúde e enfrentou várias cirurgias e consultas médicas frequentes. Todos esses problemas são decorrentes de seu nascimento prematuro com 26 semanas e, depois de passar mais de 150 dias em uma unidade de terapia intensiva neonatal, um diagnóstico de cegueira parcial, sistema imunológico comprometido e rins deficientes que exigiram 11 horas de dialise todos os dias. ⠀ Em outubro do ano passado finalmente a garotinha atingiu os requisitos mínimos de altura e peso para receber um transplante de rim. Desde então seus pais, Josh e Desiree, iniciaram uma angustiante espera pelo doador de um novo rim para sua filha. ⠀ Esse possível doador veio do lugar mais inesperado, a sala de aula de Kayleigh, na pré-escola. ⠀ Robin ensinava Kayleigh há mais de dois anos. Quando descobriu que a menina precisava de um transplante de rim, ela "não pensou duas vezes" em oferecer seu órgão. ⠀ Em fevereiro, Kayleigh e Mach foram submetidos a um transplante de rim de seis horas em hospitais conjuntos em St. Louis. A menina se recuperou bem da cirurgia e passa bem. ⠀ A professora conta que ficou dolorida por algumas semanas após a cirurgia, mas ressalta que foi uma recuperação simples. ⠀ “Não acho que as pessoas percebam como é fácil doar [um órgão], então espero que, ao compartilhar nossa história, mais pessoas pensem em fazer isso”, observa ela. “Se uma criança precisa de uma mochila ou sapatos na escola, eu compro a mochila ou os sapatos para eles [...] É mais ou menos a mesma coisa ... Kayleigh precisava de um rim, e tudo o que ela precisar, eu vou dar a ela." #doação de orgãos